Tipos e objetivos
O objetivo é a transferência de embriões geneticamente normais no que diz respeito à patologia estudada.
Existem três tipos de PGT:
- PGT-A (Preimplantation Genetic Testing for Aneuploidy): pesquisa de aneuploidias (alterações cromossómicas de número);
- PGT-M (Preimplantation Genetic Testing for Monogenic diseases): pesquisa de doenças monogénicas;
- PGT-SR (Preimplantation Genetic Testing for chromosomal Structural Rearrangements): pesquisa de anomalias cromossómicas de estrutura (translocações, deleções, duplicações).
Procedimento e indicações
Como funciona o PGT e quando é recomendado?
Um ciclo de tratamento com PGT implica a realização de estimulação ovárica, punção folicular, fertilização in vitro por microinjeção intracitoplasmática (ICSI), cultura até ao 5º-6º dia de desenvolvimento embrionário, biópsia embrionária e a criopreservação dos embriões biopsados.
A biópsia embrionária é um procedimento laboratorial em que um conjunto de células da trofoectoderme é retirado e enviado para análise genética.
Existindo embriões geneticamente transferíveis, procede-se à programação da transferência embrionária.
Em Portugal, as normas legais permitem a realização de PGT nos casos de:
- Doença monogénica grave;
- Idade feminina igual ou superior a 37 anos;
- Insucessos repetidos de implantação embrionária após FIV/ICSI (três ou mais transferências);
- Abortamentos clínicos de repetição (dois ou mais) de causa desconhecida;
- Gestação anterior com anomalia cromossómica de número ou anomalia estrutural desequilibrada.
Perguntas Frequentes
Esclareça as suas Dúvidas sobre os Tratamentos
Consultar todas as FAQ’SQual o tratamento mais adequado?
O tratamento mais indicado depende de vários fatores, como a idade, história clínica e exames prévios. A melhor forma de saber qual a orientação mais correta é agendar uma consulta para uma avaliação inicial, permitindo à nossa equipa definir um plano ajustado ao seu caso.
Como é realizado o diagnóstico das causas da infertilidade?
O estudo básico do casal infértil compreende, para além da história clínica, o espermograma, ecografia pélvica transvaginal, análises hormonais dos dois elementos do casal e avaliação da permeabilidade tubária. Após esta fase de investigação da causa de infertilidade é delineado um plano de tratamento, adequado e personalizado, podendo ser necessário aprofundar o estudo através de exames genéticos ou outros.
Quais os riscos associados a estes tratamentos?
Atualmente, os riscos mais associados à PMA (como é o caso da Síndrome de hiperestimulação ovárica e gravidez múltipla) são pouco frequentes. Os outros riscos para a mulher são muito raros, nomeadamente os associados à colheita dos ovócitos (como hemorragia ou infeção). Não há evidência de que a estimulação ovárica aumente o risco de menopausa precoce ou de cancro do ovário, mama ou útero.
Os tratamentos de fertilidade são seguros?
As gestações resultantes das técnicas de PMA estão sujeitas a complicações semelhantes às observadas na população geral. Múltiplos estudos revelam que o desenvolvimento psico-motor destas crianças é também semelhante ao observado na população geral. No entanto, uma incidência ligeiramente aumentada de malformações congénitas nos recém-nascidos resultantes destas técnicas não pode ser excluída. Assim, é importante continuar a avaliação, imediata, a médio e a longo prazo, das crianças nascidas.
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